Oct
31
2009
E a noite mais assustadora do ano chegou finalmente, e com ela os resultados do nosso passatempo de Halloween. Mas antes de anunciar o vencedor, queremos agradecer a toda a gente que participou neste primeiro passatempo do McFly Portugal. Hoje a nossa equipa divertiu-se muito a ler as vossas histórias e acreditem, foi uma decisão muito difícil escolher uma vencedora. Para aqueles que não ganharam e quiserem partilhar as suas histórias aterrorizantes podem fazê-lo no fórum no tópico do Passatempo de Halloween. E para aqueles que não tiveram a oportunidade de participar, não se preocupem outros passatempos virão muito em breve.
Agora sem mais demoras. A vencedora é… Cátia Matos! Parabéns! Gostámos muito da tua história por ser tão alegre e divertida, por teres retratado tão bem os rapazes e por teres mostrado que o Halloween não significa apenas medo e terror, mas também uma bela oportunidade de transformar a noite mais assustadora do ano numa ocasião memorável.
As vozes do Halloween
Poucas horas faltavam para soarem as doze badaladas. Era dia 31 de Outubro e a confusão reinava em casa do Fletcher. Zombies e vampiros rodopiavam de um lado para o outro, assustando os convidados daquela que seria uma mega festa.
Uma abóbora saltitante aproximou-se de Tom, sentado nas escadas. Na verdade não era uma abóbora, era o Dougie.
- Hey, ainda não estás vestido?
O Tom olhou para cima e não conseguiu conter o riso.
- Não estou com espírito para isso. E não quero fazer figuras como tu.
- Oh, c’mon – O Dougie tentou sentar-se também, mas a gigante abóbora redonda que envergava dificultava-lhe os movimentos – Não estou assim tão mau, pois não?
Estava. Ele percebeu isso mal o Tom lhe lançou ‘aquele’ olhar. Amuou. Virou-lhe as costas e foi-se embora.
- O Tom disse que eu estava patético – resmungou, servindo-se de mais um copo de sangria do caldeirão assim que chegou à cozinha.
- Não estás nada, eu gosto de abóboras andantes – consolou-o o Harry. Este estava vestido de vampiro, com calças, gravata e capa preta e uma camisa branca que contrastava com a escuridão das roupas e o azul dos seus olhos. Tinha tirado os dentes postiços para poder falar.
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